Como a Holding Familiar impede a dilapidação de bens no Inventário
A transmissão de bens no Brasil após o falecimento do patriarca ou matriarca passa obrigatoriamente pelo processo de Inventário — seja ele judicial ou extrajudicial. O que muitos empresários e famílias não calculam é o custo invisível e a perda patrimonial drástica decorrente desse rito.
A conta do Inventário Judicial
Em média, um processo de inventário consome entre 12% e 20% do valor total do acervo patrimonial. Os principais componentes desse custo incluem:
- ITCMD (Imposto sobre Herança): Cobrado sobre o valor de avaliação do bem.
- Honorários Advocatícios: Calculados sobre o monte-mor total.
- Custas Processuais e Notariais: Taxas judiciárias, certidões e escrituras.
- Avaliações Imobiliárias: Perícias técnicas para fixação de valor venal de referência.
Bloqueio de Liquidez e Venda Forçada de Bens
Muitas vezes, a família herdou imóveis de alto valor, mas não dispõe de liquidez financeira imediata para quitar as taxas do inventário. A consequência trágica é a venda com deságio rápido de um bem com desconto de 20% a 30% abaixo do mercado para conseguir o dinheiro para pagar todos os custos.
A Solução Preventiva via Holding Familiar
A Holding Familiar resolve o gargalo do inventário antes que ele ocorra. Por meio do sistema de doação de quotas com reserva de usufruto, os pais transferem as quotas da sociedade, mas sem perder o controle societário sobre a holding.
Com cláusulas de inalienabilidade, impenhorabilidade, incomunicabilidade e gatilhos de reversão, os pais mantêm o controle e a administração absoluta de 100% dos bens enquanto viverem. No caso de falecimento, a transição para os herdeiros é automatizada no contrato social, sem necessidade de abertura de inventário.
Deseja evitar o custo de inventário no seu patrimônio?
Solicite um diagnóstico preliminar da estrutura patrimonial da sua família.
AGENDAR DIAGNÓSTICO NO WHATSAPP